segunda-feira, 19 de abril de 2010

terça-feira, 13 de abril de 2010

Pacote para o Rio de Janeiro para o 1º Jogo do Campeonato Brasileiro...

FLAMENGO x SÃO PAULO

DIA 09 DE MAIO DE 2010
NO MARACANÃ


Ida: 07 de Maio
Volta: 10 de Maio


- Inclusos no Pacote:
AÉREO GOL IDA E VOLTA, 3 NOITES DE HOSPEDAGEM COM CAFÉ DA MANHÃ NO HOTEL ARCOS RIO PALACE HOTEL, TRASLADO AEROPORTO/HOTEL/AEROPORTO E SUPORTE CVC VIAGENS.

- Valores do Pacote:
APARTAMENTO PARA 1 PESSOA: R$ 978,00 POR PESSOA.
APARTAMENTO PARA 2 PESSOAS: R$ 788,00 POR PESSOA.
APARTAMENTO PARA 3 PESSOAS: R$ 748,00 POR PESSOA.
Crianças de 02 a 09 anos: R$ 678,00.

* Mais taxas de embarque: R$ 35,04


- Formas de Pagamento:
EM ATÉ 10x SEM JUROS E SEM ENTRADA NO CHEQUE, CARTÃO DE CRÉDITO, DÉBITO EM CONTA OU BOLETO BANCÁRIO.


** VALORES SUJEITOS A ALTERAÇÕES E DIFERENÇAS DE TARIFAS.


Informações:
Luiz Garcia Jr.
Cel: 66 8403 3366 / 65 3653 0889.
E-mail: torcadeperto@gmail.com

sábado, 10 de abril de 2010

3º UNIFORME DO MENGÃO...

Vazou na internet o novo terceiro uniforme do Flamengo. O amarelo e o azul foram as primeiras cores usadas pelo remo do clube. Os tons chegaram a ornamentar uma camisa lançada em 1995, ano do centenário rubro-negro. Na ocasião, no entanto, o modelo não foi aprovado pelo Conselho Deliberativo rubro-negro. Desta forma, a camisa não foi utilizada em partidas oficiais. O novo terceiro uniforme foi aprovado em dezembro do ano passado

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Zico...

Texto "A Última Noite", de Armando Nogueira



Abaixo o texto publicado no Jornal do Brasil no dia 6 de fevereiro de 1990, quando Zico fez seu jogo de despedida no Maracanã. A crônica emocionou o Galinho.




ARMANDO NOGUEIRA

Maracanã, enfeita de bandeiras tuas arquibancadas que hoje é dia de festa no futebol. Encomenda um céu repleto de estrelas. Convida a lua (de preferência, a lua cheia). Veste roupa de domingo nos teus gandulas. Põe pilha nova no radinho do Geraldino. E, por favor, não esquece de regar a grama (de preferência, com água-de-cheiro).


Avisa à multidão que ninguém pode faltar. É despedida do Zico e estou sabendo, de fonte limpa, que, hoje à noite, ele vai repartir conosco a bela coleção de gols que fez nos seus vinte anos de Maracanã. Eu até já escolhi o meu: quero aquela obra-prima, o segundo gol do Brasil contra o Paraguai nas Eliminatórias do Mundial de 1986. Lembro-me como se fosse hoje. Zico recebe de Leandro um passe de meia distância já na linha média dos paraguaios. Um efeito imprevisto retarda a bola uma fração de segundo. Zico vai passar batido - pensei. Pois sim. Sem a mais leve hesitação, sem sequer baixar os olhos, ele cata a bola lá atrás com o peito do pé, dá dois passos e, na mesma cadência, acerta o canto esquerdo do goleiro paraguaio.


Passei uma semana vendo e revendo no teipe aquele instante mágico de um corpo em harmonioso movimento com o tempo e com o espaço. E a bola, coladinha no pé, parecia amarrada no cadarço da chuteira. Um gol de enciclopédia. Se o amável leitor aceita uma sugestão, dou-lhe esta: escolha um dos gols que Zico fez graças à sua arte singular de chutar bola parada.


Chutar a bola de falta à entrada da área é um talento que Deus lhe deu mas não de mão beijada, como imaginam os desavisados. Zico trabalhou seriamente, anos e anos, para alcançar a perfeição dos efeitos sublimes. À tardinha, quando terminava o treino, ele costumava ficar sozinho no campo do Flamengo - ele, uma barreira artificial, uma bola e uma camisa caprichosamente pendurada no canto superior das traves. A camisa era o alvo.


Zico passava horas sem fim, chutando rente à barreira e derrubando a camisa lá de cima das traves. Chegava o domingo, na cobrança da falta, a bola já estava cansada de saber onde ela tinha que entrar. Não tenho dúvida em dizer que tardará muito até que apareça alguém que domine como Zico o dom de cobrar falta ali da meia-lua.


Celebremos, querido torcedor, a última noite do maior artilheiro da história do Maracanã. Será uma despedida de apertar o coração. Se te der vontade de chorar, chora. Chora sem procurar esconder a pureza da tua emoção. Basta uma lágrima de amor para imortalizar o futebol de um supercraque.


Cantemos, Maracanã, teu filho ilustre, relembrando em comunhão os dribles mais vistosos, os passes mais ditosos, os gols mais luminosos desse fidalgo dos estádios que tem uma vida cheia de multidões.


Louvemos o poeta Zico que jogava futebol como se a bola fosse uma rosa entreaberta a seus pés.

 
 
 
No dia 25/03/10, o primeiro netinho de Zico, Felipe, completou dois anos de vida. Os pais Bruno e Danúbia fizeram festa para o pequeno flamenguista, que, se depender da foto abaixo, pode seguir os passos de Léo Moura, lateral-direito do Rubro-Negro. Enquanto o jovem Léo foi flagrado após entrar em campo ao lado de Zico, Felipe retribuiu no ano passado subindo ao gramado do Maracanã no colo do lateral.