" Nesta quinta-feira!!!
O primeiro lançamento do livro Mengo Meu Dengo - Paixão Sem Fronteiras, que deveria ter ocorrido no último sábado (7) na sede do Clube de Regatas do Flamengo, Rio de Janeiro, foi adiado para o mês de fevereiro devido a uma virose que acometeu o autor.
Porém foi mantido o lançamento em Juazeiro, nesta quinta-feira (12), às 19 horas, no Alpendre Bar e Restaurante, Parque Lagoa de Calu.
O livro traz sete capítulos tratando da intensa relação do Mengo com a sua apaixonada torcida por todo o Brasil e vários países do mundo, com a arte, heróis da nação e também um capítulo dedicado à relação de Juazeiro e Petrolina com o Mais Querido, com personagens-símbolos que representam a verdadeira paixão sem fronteiras que é o Flamengo. "
Além de falar sobre as Embaixadas da Nação.
Parabéns ao nosso grande irmão e amigo Rubro-Negro Luiz Hélio Alves.
terça-feira, 10 de dezembro de 2013
sexta-feira, 4 de outubro de 2013
Os Inexplicáveis Poderes do Manto (Parte 2) - por Walter Monteiro
Os
Inexplicáveis Poderes do Manto - Parte 2
Sexta, 4 de outubro de 2013 por Walter Monteiro |
tag Walter Monteiro, Flamengo, Manto Sagrado,
- veja aos 8 segundos, eu era um daqueles
caras que atravessam vários trilhos , pois o ramal do trem que eu ia não tinha
plataforma no maracanã .... com os olhos da razão , quem se arriscaria a ser
atropelado por um trem , mas o que vinha em retribuição era maior que tudo
isso...
Escrever em blogs é uma experiência singular, porque você nunca sabe como as pessoas vão reagir ao seu texto. No outro blog que eu escrevo, Ouro de Tolo, há mais de 2 anos escrevi um artigo afirmando que Oficiais de Justiça ganhavam muito quando comparados a outras profissões das carreiras públicas e até hoje sou perseguido por Oficiais enfurecidos com a minha opinião. Na época das eleições do Flamengo, disse coisas horríveis, impensadas, das quais me arrependo amargamente. Definitivamente, é um passatempo para se aborrecer e cultivar inimizades.
O bom é que às vezes tem uns dias emocionantes.
Nossa supervisora de conteúdo aqui do MAGIA, a queridíssima Vivi Mariano, puxou minha orelha na segunda-feira, dizendo que eu precisava tornar mais regular minhas contribuições. Eu ando meio devagar porque tá chato para caramba falar de Flamengo, o time não estava colaborando, a eleição parece que não acaba nunca, uma brigalhada sem fim, um deserto de boas notícias.
Mas como escrever aqui é uma das coisas mais importantes da minha vida atual e temendo uma retaliação do nosso Conselho Editorial, eu resolvi trabalhar. Queria fazer um texto otimista, alto astral, relatei minha experiência doméstica, o despertar rubro-negro de minha filha Catherine, de 2 anos e 5 meses. Recebi um monte de elogios à crônica e mais ainda às minhas lindas gêmeas, com suas expressões assustadas diante dos ornamentos que eu as obriguei a vestir.
Com elogios que vem quase todos de pessoas conhecidas a gente sempre fica na dúvida se as pessoas estão sendo 100% sinceras. Um deles, porém, me chamou muita atenção. Um cara que eu não conheço, Adriano Ourique, escreveu um comentário: "...para mim, menino, pobre, negro e favelado, como muitos, vestindo esse manto eu me sentia muito mais capaz pra conquistar meus objetivos de vida . O Flamengo me supriu de muitas coisas materiais que faltavam."
Resolvi agradecer por email. E acabei trocando umas ideias com ele. Não é que eu tivesse dúvidas, mas a conversa reafirmou a certeza, de modo ainda mais categórico: são mesmo inexplicáveis os poderes do manto.
O Adriano nasceu em 1973 e foi o primeiro flamenguista da família. O pai e os irmãos mais velhos eram tricolores, os tios e primos botafoguenses e vascaínos. Em uma favela encravada em Rocha Miranda, havia um bunker antiflamenguista, impedindo as crianças de escolher o lado certo da vida.
Adiantou pouco, porque com 5 anos ele exerceu o sagrado direito ao livre arbítrio, depois de ouvir pelo rádio o Flamengo golear a Portuguesa por 9 x 0. Desde esse dia, que, segundo ele, foi em 11/11/78, o pai passou a desligar a TV na hora dos gols do Fantástico. Para quem tem menos de 30 anos pode parecer estranho esse comportamento paterno, mas eu, que sou um pouco mais velho que o Adriano, confirmo: naqueles tempos a ditadura estava nas ruas e nas casas, adultos não expressavam publicamente suas opiniões, crianças não tinham vontade. Obedecer e aceitar, sem questionar.
Sua primeira vez que no Maracanã foi em um jogo da Seleção (porque do Flamengo ninguém o levaria mesmo), junto com o pai e os tios, na antiga geral. O lanche que compraram para ele foi a metade de uma laranja descascada, depois um punhado de amendoim direto na lata, mas ele nem ligou, ficou emocionado de ver Zico, Nunes e Junior tão de pertinho. Na volta, no trem lotado, seu pai disse que o Zico morava ali perto da estação de Quintino, ele chorou de emoção, se sentiu realizado.
Manto Sagrado, para valer, só foi ganhar aos 13 anos, comprado pela mãe na Feira da Pavuna - e aí a gente vê como as mães sempre entendem melhor e mais facilmente as vontades dos filhos.
- O fato de ser negro e morar na favela nunca me tirou a dignidade. Eu via no Flamengo tudo que me faltava materialmente, aquilo era a raiz do povo. Até hoje eu não me esqueço, toda vez que eu passava por uma rua do bairro para ir ao Maraca tinha um cara que falava "Já vai dar dinheiro pros jogadores? E eu falava, você dá dinheiro para os traficantes consumindo drogas, então, filho, cada um na sua, me deixa ser o otário e você o malandro."
A vida melhorou bem para o Adriano. Com algum sacrifício, claro. Aos 15 anos ele saía de casa às 5h e voltava às 23h, trabalhando e estudando, mas fez se formou no Senac e não mora mais na favela. Se casou, mora em um bairro de classe média, tem uma banda de rock e se vingou da vida comprando máquinas de Pinball. Quando ele era criança, não tinha dinheiro para jogar nos fliperamas, a menos que catasse papelão e ferro velho para vender. Hoje tem várias máquinas em casa.
E segue, claro, sendo Flamengo, muito Flamengo. Voltou ao Maracanã domingo passado e se convenceu que o papel dele é ajudar, devolver um pouco de tantas alegrias que o clube lhe deu, nos seus 40 anos de vida. Vai virar sócio torcedor ainda esse mês.
Insisto no clichê: vejam como são mesmo inexplicáveis os poderes do Manto Sagrado. Para alguém que não tinha nada, o Flamengo foi tudo, foi a esperança de lutar e melhorar. Quantos Adrianos teremos por aí, sem que a gente se dê conta disso?
E como a vida não cansa de nos pregar peças, o último email que o Adriano me mandou chegou junto com outro que noticiava a aprovação, pelo Conselho Deliberativo do clube, da construção de um estádio VIP na Gávea, onde 70% dos lugares teriam estofamento de plumas e cateringdo restaurante Gero.
Interpretei como ironia.
Mas, se ironia não for, quem sabe a história do Adriano, sua laranja descascada, seu amendoim na lata, sua alegria por arriscar a vida pulando linhas do trem e tudo o mais de sua linda trajetória não sirvam de inspiração para ver que a gente se tornou a maior torcida do mundo exatamente por receber de braços abertos os que catam papelão para jogar vídeo game?
Entretanto, não era disso que eu queria falar. Eu queria mesmo era agradecer ao Adriano por ter confirmado a parte final do meu texto, que agora repito:
O Flamengo é foda! Jamais duvide.
Magia Neles!
Escrever em blogs é uma experiência singular, porque você nunca sabe como as pessoas vão reagir ao seu texto. No outro blog que eu escrevo, Ouro de Tolo, há mais de 2 anos escrevi um artigo afirmando que Oficiais de Justiça ganhavam muito quando comparados a outras profissões das carreiras públicas e até hoje sou perseguido por Oficiais enfurecidos com a minha opinião. Na época das eleições do Flamengo, disse coisas horríveis, impensadas, das quais me arrependo amargamente. Definitivamente, é um passatempo para se aborrecer e cultivar inimizades.
O bom é que às vezes tem uns dias emocionantes.
Nossa supervisora de conteúdo aqui do MAGIA, a queridíssima Vivi Mariano, puxou minha orelha na segunda-feira, dizendo que eu precisava tornar mais regular minhas contribuições. Eu ando meio devagar porque tá chato para caramba falar de Flamengo, o time não estava colaborando, a eleição parece que não acaba nunca, uma brigalhada sem fim, um deserto de boas notícias.
Mas como escrever aqui é uma das coisas mais importantes da minha vida atual e temendo uma retaliação do nosso Conselho Editorial, eu resolvi trabalhar. Queria fazer um texto otimista, alto astral, relatei minha experiência doméstica, o despertar rubro-negro de minha filha Catherine, de 2 anos e 5 meses. Recebi um monte de elogios à crônica e mais ainda às minhas lindas gêmeas, com suas expressões assustadas diante dos ornamentos que eu as obriguei a vestir.
Com elogios que vem quase todos de pessoas conhecidas a gente sempre fica na dúvida se as pessoas estão sendo 100% sinceras. Um deles, porém, me chamou muita atenção. Um cara que eu não conheço, Adriano Ourique, escreveu um comentário: "...para mim, menino, pobre, negro e favelado, como muitos, vestindo esse manto eu me sentia muito mais capaz pra conquistar meus objetivos de vida . O Flamengo me supriu de muitas coisas materiais que faltavam."
Resolvi agradecer por email. E acabei trocando umas ideias com ele. Não é que eu tivesse dúvidas, mas a conversa reafirmou a certeza, de modo ainda mais categórico: são mesmo inexplicáveis os poderes do manto.
O Adriano nasceu em 1973 e foi o primeiro flamenguista da família. O pai e os irmãos mais velhos eram tricolores, os tios e primos botafoguenses e vascaínos. Em uma favela encravada em Rocha Miranda, havia um bunker antiflamenguista, impedindo as crianças de escolher o lado certo da vida.
Adiantou pouco, porque com 5 anos ele exerceu o sagrado direito ao livre arbítrio, depois de ouvir pelo rádio o Flamengo golear a Portuguesa por 9 x 0. Desde esse dia, que, segundo ele, foi em 11/11/78, o pai passou a desligar a TV na hora dos gols do Fantástico. Para quem tem menos de 30 anos pode parecer estranho esse comportamento paterno, mas eu, que sou um pouco mais velho que o Adriano, confirmo: naqueles tempos a ditadura estava nas ruas e nas casas, adultos não expressavam publicamente suas opiniões, crianças não tinham vontade. Obedecer e aceitar, sem questionar.
Sua primeira vez que no Maracanã foi em um jogo da Seleção (porque do Flamengo ninguém o levaria mesmo), junto com o pai e os tios, na antiga geral. O lanche que compraram para ele foi a metade de uma laranja descascada, depois um punhado de amendoim direto na lata, mas ele nem ligou, ficou emocionado de ver Zico, Nunes e Junior tão de pertinho. Na volta, no trem lotado, seu pai disse que o Zico morava ali perto da estação de Quintino, ele chorou de emoção, se sentiu realizado.
Manto Sagrado, para valer, só foi ganhar aos 13 anos, comprado pela mãe na Feira da Pavuna - e aí a gente vê como as mães sempre entendem melhor e mais facilmente as vontades dos filhos.
- O fato de ser negro e morar na favela nunca me tirou a dignidade. Eu via no Flamengo tudo que me faltava materialmente, aquilo era a raiz do povo. Até hoje eu não me esqueço, toda vez que eu passava por uma rua do bairro para ir ao Maraca tinha um cara que falava "Já vai dar dinheiro pros jogadores? E eu falava, você dá dinheiro para os traficantes consumindo drogas, então, filho, cada um na sua, me deixa ser o otário e você o malandro."

A vida melhorou bem para o Adriano. Com algum sacrifício, claro. Aos 15 anos ele saía de casa às 5h e voltava às 23h, trabalhando e estudando, mas fez se formou no Senac e não mora mais na favela. Se casou, mora em um bairro de classe média, tem uma banda de rock e se vingou da vida comprando máquinas de Pinball. Quando ele era criança, não tinha dinheiro para jogar nos fliperamas, a menos que catasse papelão e ferro velho para vender. Hoje tem várias máquinas em casa.
E segue, claro, sendo Flamengo, muito Flamengo. Voltou ao Maracanã domingo passado e se convenceu que o papel dele é ajudar, devolver um pouco de tantas alegrias que o clube lhe deu, nos seus 40 anos de vida. Vai virar sócio torcedor ainda esse mês.
Insisto no clichê: vejam como são mesmo inexplicáveis os poderes do Manto Sagrado. Para alguém que não tinha nada, o Flamengo foi tudo, foi a esperança de lutar e melhorar. Quantos Adrianos teremos por aí, sem que a gente se dê conta disso?
E como a vida não cansa de nos pregar peças, o último email que o Adriano me mandou chegou junto com outro que noticiava a aprovação, pelo Conselho Deliberativo do clube, da construção de um estádio VIP na Gávea, onde 70% dos lugares teriam estofamento de plumas e cateringdo restaurante Gero.
Interpretei como ironia.
Mas, se ironia não for, quem sabe a história do Adriano, sua laranja descascada, seu amendoim na lata, sua alegria por arriscar a vida pulando linhas do trem e tudo o mais de sua linda trajetória não sirvam de inspiração para ver que a gente se tornou a maior torcida do mundo exatamente por receber de braços abertos os que catam papelão para jogar vídeo game?
Entretanto, não era disso que eu queria falar. Eu queria mesmo era agradecer ao Adriano por ter confirmado a parte final do meu texto, que agora repito:
O Flamengo é foda! Jamais duvide.
Magia Neles!
quinta-feira, 3 de outubro de 2013
quarta-feira, 15 de maio de 2013
* Por Oswaldo Tinhorão
Eu sou um escroto. O dia mais feliz da minha vida foi o 1° de dezembro de 1998. Naquele dia eu comemorei de forma tão extravagante o gol do Raúl que o casal do prédio da frente, que também comemorava com uma bandeira do Flamengo, parou de celebrar para me interpelar: ―Calma, garoto! Você vai morrer do coração! Um ano depois, em janeiro de 2000, quando o Edmundo perdeu aquele pênalti, tive um ataque de riso de uma hora. Um amigo rubro-negro me telefonou e eu não respondia, só gargalhava. Quando o Fluminense foi rebaixado, eu ia à janela nos horários mais insuspeitos ― no meio da tarde de uma terça-feira, às duas da manhã de sábado ― e gritava “segundona”, e minha voz tonitroava pelos prédios da vizinhança, matando de raiva os tricolores que não esperavam uma ofensa assim num horário daqueles. Isso durou um ano, e depois continuei gritando “terceira divisão”, mesmo quando o Fluminense não jogava. Sobretudo quando o Fluminense não jogava.
Meu júbilo com o Fluminense pastando na terceira divisão era pela maldição realizada. Quando o Fluminense foi campeão carioca em 1995, a torcida do Flamengo, coletivamente, concentrou todas as suas energias mentais em desejar a desgraça do adversário. Se 40 milhões de indivíduos se obstinam em desejar-lhe o pior, basta um ano e meio para o seu time cair do título carioca para a segunda divisão, e quatro anos para a rainbow jersey ser avistada em onze perebas num campinho do Corpo de Bombeiros candango.
Essas reminiscências me vêm à mente por causa do outro tricolor esquisitão, o São Paulo Futebol Clube. Esta semana, as meninas do Morumbiba vivem o seu maior inferno astral desde que a empregada os flagrou provando o sutiã da irmã mais velha. Completaram seis anos sem bater o maior rival em casa e ainda foram despachados da Libertadores, com goleada e olé, por ninguém menos do que u Galu, um time que só figura na história do futebol brasileiro como sparring do Flamengo.
Longe de mim ficar feliz com vitória do Curíntia. Como em janeiro de 2000, o que conta aqui não é a vitória dessa malta vil, mas a derrota do adversário. Façamos as contas, senhores: seis anos sem vencer o maior clássico em casa significa que a última vitória foi em 2007 ― o ano em que, cuspindo em cima (logo eles, que engolem) da palavra empenhada, a São Paulo passou a reivindicar a condição fraudulenta de penta único. Pediram, e levaram na mão grande, a nossa Taça de Bolinhas, para depois ter de entregá-la debaixo de vara a um oficial de justiça, como larápios que são.
Diante desse quadro, não há como não nos regozijarmos com a desgraça do mais desonesto, o mais traiçoeiro dos inimigos. Por odioso que fosse, um Eurico Miranda a vomitar rancor contra o Flamengo era muito mais digno, tinha muito mais hombridade do que essa corja, porque suas intenções sempre estiveram patentes para todos. Por revoltante que seja, um Curíntia que se torna indistinto do partido político que o apadrinha para ganhar estádio, patrocínio público e arbitragem amiga chega a ser menos reprovável do que essa canalha, porque faz o que faz às escâncaras, nas barbas de uma nação perplexa.
O que acontece com a São Paulo, amigos, é nada mais, nada menos do que o que aconteceu com o Fluminense. É a praga que se cumpre, a maldição que se realiza, é a concretização dos desejos de 40 milhões de rubro-negros que eles pretenderam sacanear a partir de 2007, passando por cima da honra, da palavra empenhada, da própria história do clube que, em parceria com o Flamengo, mostrou aos demais o caminho da grandeza, em 1987.
flamengonet | 11/05/2013 às 1:49 PM
|
EU VOS DECLARO FLAMENGO E ADIDAS
por @MarcellinhaRJ
Existem relacionamentos que simplesmente nasceram para dar certo. Aqueles que quando estão juntos são imbatíveis, invencíveis, invejáveis, inesquecíveis! Relacionamentos que se encaixam, se completam. Cheios de
potencial! De um lado, o calor e o entusiasmo, de outro a habilidade de inspirar e de motivar! Ambos, genuinamente interessados por aqueles que têm apreço por esta relação, e ambos colocam uma grande importância na relação com estes apaixonados!
Viver adidas, re-viver adidas. Primeiro encontro para alguns, reencontro para outros… mas é como se estivéssemos acordando de um longo período adormecido. É o resgate de valores e a renovação dos votos! É recordar conquistas, imortalizar ídolos, ter identidade!
Que esta união seja o prenúncio de que nossa Era de Ouro está apenas começando! Re-começando!
Seja bem vinda – de volta – adidas! Uma Nação de leais e apaixonados torcedores esperam de braços abertos, porque em qualquer lugar do mundo, se vestem torcedores. Aqui, o Manto Sagrado veste heróis!
Só quem nasceu Rubro Negro sabe o que é a magnitude de fazer parte da MAIOR TORCIDA DO MUNDO!
Saudações Rubro Negras!
#NadaImportaSemOFlamengo!
Marcella Mello
por @MarcellinhaRJ
Existem relacionamentos que simplesmente nasceram para dar certo. Aqueles que quando estão juntos são imbatíveis, invencíveis, invejáveis, inesquecíveis! Relacionamentos que se encaixam, se completam. Cheios de
potencial! De um lado, o calor e o entusiasmo, de outro a habilidade de inspirar e de motivar! Ambos, genuinamente interessados por aqueles que têm apreço por esta relação, e ambos colocam uma grande importância na relação com estes apaixonados!
Viver adidas, re-viver adidas. Primeiro encontro para alguns, reencontro para outros… mas é como se estivéssemos acordando de um longo período adormecido. É o resgate de valores e a renovação dos votos! É recordar conquistas, imortalizar ídolos, ter identidade!
Que esta união seja o prenúncio de que nossa Era de Ouro está apenas começando! Re-começando!
Seja bem vinda – de volta – adidas! Uma Nação de leais e apaixonados torcedores esperam de braços abertos, porque em qualquer lugar do mundo, se vestem torcedores. Aqui, o Manto Sagrado veste heróis!
Só quem nasceu Rubro Negro sabe o que é a magnitude de fazer parte da MAIOR TORCIDA DO MUNDO!
Saudações Rubro Negras!
#NadaImportaSemOFlamengo!
Marcella Mello
terça-feira, 17 de julho de 2012
Sócio por um Flamengo melhor...
Informações através do E-mail: torcidaflafloresta@gmail.com
Ou pelos telefones: 65 9631 0070 (Vivo) ou 65 8125 4049 (Tim)
Luiz Garcia Jr. - Embaixador do Flamengo
Fla Floresta/MT.
sexta-feira, 4 de maio de 2012
quinta-feira, 19 de abril de 2012
quinta-feira, 5 de abril de 2012
EMBAIXADORES DA NAÇÃO RUBRO-NEGRA
Última Nomeação das Embaixadas da Nação
no Rio de Janeiro, no Salão Nobre da Gávea.
Embaixadores e Convidados
terça-feira, 3 de abril de 2012
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
Liberta de 1981: ah, sim, ganhamos com dois gols do Zico...
QUINTA-FEIRA, 15 DE SETEMBRO DE 2011
*Por Gustavo de Almeida
O sr. Leonardo Ribeiro disse hoje uma frase que jamais esquecerei, em entrevista ao site GloboEsporte.com: “O Flamengo tem que se libertar desta geração 81”. Presidente do Conselho Fiscal do clube, travando uma eterna guerra de bastidores contra Zico, Ribeiro resolveu apelar para a iconoclastia que caracteriza uma nova tendência de chatice, capitaneada pelos Danilos Gentilis e Rafinhas Bastos da vida: a da “bandeira anti-politicamente correto”. São pessoas que, como sabemos, em nome de uma suposta liberdade de expressão, desatam a falar sandices, com referências a Auschwitz, ao Holocausto, exercendo um sentimento libertário que mais se assemelha ao chafurdar do porco em qualquer parte do pasto do que ao vôo da águia pelas pradarias.
No afã desta iconoclastia – que nos dá saudades de verdadeiros iconoclastas, como H.L.Mencken, Paulo Francis e José Guilherme Merquior – o sr. Ribeiro resolveu “alfinetar” Zico e Júnior.
Diria Arthur Muhlemberg, uma das referências da Filosofia Rubro-Negra, que estou “acendendo vela de primeira para defunto de terceira”. Na verdade, queria sair em defesa daquilo que é uma das coisas mais preciosas da vida: a memória.
O que o sr. Ribeiro chama de “Geração de 1981”, com certa desfaçatez, meio que diminuindo, é simplesmente o alicerce do rubro-negrismo de hoje. É o que foi Dida e Evaristo para meu pai, Leônidas da Silva para meu avô. E o que talvez seja Petkovic para nossos filhos. Não estou me referindo a títulos, não me refiro nem mesmo a gols ou a dribles bonitos. Isto sempre tivemos.
Eu me refiro apenas ao sangue. Ao sangue derramado por Rondinelli nos campos inimigos do Mineirão, diante dos chutes covardes dos atleticanos. Ao sangue que corria nas veias de Zico e Junior, ao sangue que escorria dos olhos de Nunes enlouquecido após o gol em 1980, ao sangue que Adílio verteu de cortes no supercílio dados pelo covarde Mário Soto em Santiago do Chile. Ao sangue que corria nas veias de Leandro, de Marinho, Mozer e Lico, ao sangue que verteu do nariz de Lico nos jogos disputados na altitude, ao sangue que Tita derramou quando Chicão entrou de sola no joelho ainda naquela final de 1980.
E ao sangue, sim, de todos nós, que venoso é negro e arterial, vermelho, aquilo que mais Flamengo poderia ser. Nós somos todos um sangue só, eternamente derramado nos campos de batalha.
Diz o sr. Ribeiro que “o Flamengo precisava se libertar da geração 81 e ganhar outra Libertadores, outro mundial”. Quero só ressaltar: não vivo de passado: a vida é que é uma coleção de memórias, sempre. E vocês são uma das melhores memórias que tenho na vida, ao lado da do Natal de 1983 e do dia em que conheci minha mulher.
Bobagem: ganhar outra Libertadores não fará o Flamengo maior. A Lei da Física impede isto: não há como ser maior do que o Flamengo – nem mesmo o próprio Flamengo. Já disse e repito que, mesmo que o Flamengo não tivesse um título sequer, sua camisa ainda seria gigantesca, monumental, sua memória seria vasta e colossal como a de guerras romanas, sua sombra se estenderia por sobre a terra como um apocalipse feito de felicidade.
Que o sr. Ribeiro, autoridade do clube, presidente do Conselho Fiscal, me perdoe, mas quero dizer que jamais vou me libertar da geração de 1981. Porque seria como deixar de ser Flamengo. A geração de 1981 é o que me prende, tal e qual uma corda pela eternidade, aos dias, meses e anos inesquecíveis que vivi com meu pai, de 1979 a 1983, conquistando tudo, festejando todos os meses, aprendendo a ser Flamengo, até que o velho se despedisse da vida em 1984 (ano em que coincidentemente o Flamengo não ganhou nada, mas quem se importa?). A geração de 1981 me ensinou a ter raiva do vexame, a não ver nada melhor no mundo do que o Flamengo campeão, a entender que não podemos ganhar todas – mas que jamais podemos deixar de exercer esta bênção que é ser Flamengo.
Peço desculpas ao Zico, ao Júnior, ao Raul, ao Leandro, a todos os que foram citados. Não tenho procuração para falar em nome de nenhum rubro-negro, a não ser talvez daquele que se foi e que está lá ao lado de Dida e Geraldo Assoviador. Se tivesse, eu diria à geração de 1981: nunca me libertarei de vocês, pois foram vocês que me ensinaram a liberdade.
*Por Gustavo de Almeida
O sr. Leonardo Ribeiro disse hoje uma frase que jamais esquecerei, em entrevista ao site GloboEsporte.com: “O Flamengo tem que se libertar desta geração 81”. Presidente do Conselho Fiscal do clube, travando uma eterna guerra de bastidores contra Zico, Ribeiro resolveu apelar para a iconoclastia que caracteriza uma nova tendência de chatice, capitaneada pelos Danilos Gentilis e Rafinhas Bastos da vida: a da “bandeira anti-politicamente correto”. São pessoas que, como sabemos, em nome de uma suposta liberdade de expressão, desatam a falar sandices, com referências a Auschwitz, ao Holocausto, exercendo um sentimento libertário que mais se assemelha ao chafurdar do porco em qualquer parte do pasto do que ao vôo da águia pelas pradarias.
No afã desta iconoclastia – que nos dá saudades de verdadeiros iconoclastas, como H.L.Mencken, Paulo Francis e José Guilherme Merquior – o sr. Ribeiro resolveu “alfinetar” Zico e Júnior.
Diria Arthur Muhlemberg, uma das referências da Filosofia Rubro-Negra, que estou “acendendo vela de primeira para defunto de terceira”. Na verdade, queria sair em defesa daquilo que é uma das coisas mais preciosas da vida: a memória.
O que o sr. Ribeiro chama de “Geração de 1981”, com certa desfaçatez, meio que diminuindo, é simplesmente o alicerce do rubro-negrismo de hoje. É o que foi Dida e Evaristo para meu pai, Leônidas da Silva para meu avô. E o que talvez seja Petkovic para nossos filhos. Não estou me referindo a títulos, não me refiro nem mesmo a gols ou a dribles bonitos. Isto sempre tivemos.
Eu me refiro apenas ao sangue. Ao sangue derramado por Rondinelli nos campos inimigos do Mineirão, diante dos chutes covardes dos atleticanos. Ao sangue que corria nas veias de Zico e Junior, ao sangue que escorria dos olhos de Nunes enlouquecido após o gol em 1980, ao sangue que Adílio verteu de cortes no supercílio dados pelo covarde Mário Soto em Santiago do Chile. Ao sangue que corria nas veias de Leandro, de Marinho, Mozer e Lico, ao sangue que verteu do nariz de Lico nos jogos disputados na altitude, ao sangue que Tita derramou quando Chicão entrou de sola no joelho ainda naquela final de 1980.
E ao sangue, sim, de todos nós, que venoso é negro e arterial, vermelho, aquilo que mais Flamengo poderia ser. Nós somos todos um sangue só, eternamente derramado nos campos de batalha.
Diz o sr. Ribeiro que “o Flamengo precisava se libertar da geração 81 e ganhar outra Libertadores, outro mundial”. Quero só ressaltar: não vivo de passado: a vida é que é uma coleção de memórias, sempre. E vocês são uma das melhores memórias que tenho na vida, ao lado da do Natal de 1983 e do dia em que conheci minha mulher.
Bobagem: ganhar outra Libertadores não fará o Flamengo maior. A Lei da Física impede isto: não há como ser maior do que o Flamengo – nem mesmo o próprio Flamengo. Já disse e repito que, mesmo que o Flamengo não tivesse um título sequer, sua camisa ainda seria gigantesca, monumental, sua memória seria vasta e colossal como a de guerras romanas, sua sombra se estenderia por sobre a terra como um apocalipse feito de felicidade.
Que o sr. Ribeiro, autoridade do clube, presidente do Conselho Fiscal, me perdoe, mas quero dizer que jamais vou me libertar da geração de 1981. Porque seria como deixar de ser Flamengo. A geração de 1981 é o que me prende, tal e qual uma corda pela eternidade, aos dias, meses e anos inesquecíveis que vivi com meu pai, de 1979 a 1983, conquistando tudo, festejando todos os meses, aprendendo a ser Flamengo, até que o velho se despedisse da vida em 1984 (ano em que coincidentemente o Flamengo não ganhou nada, mas quem se importa?). A geração de 1981 me ensinou a ter raiva do vexame, a não ver nada melhor no mundo do que o Flamengo campeão, a entender que não podemos ganhar todas – mas que jamais podemos deixar de exercer esta bênção que é ser Flamengo.
Peço desculpas ao Zico, ao Júnior, ao Raul, ao Leandro, a todos os que foram citados. Não tenho procuração para falar em nome de nenhum rubro-negro, a não ser talvez daquele que se foi e que está lá ao lado de Dida e Geraldo Assoviador. Se tivesse, eu diria à geração de 1981: nunca me libertarei de vocês, pois foram vocês que me ensinaram a liberdade.
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
Mengo Meu Dengo...
O exército de um general cego e de um soldado só
Inexplicavelmente nas últimas sete rodadas o Flamengo foi transformado numa espécie de exército de um soldado só, com o Capitão Ronaldinho Gaúcho tentando todas as táticas possíveis para orientar o restante do time (?). Em verdade, um amontoado mais perdido do que soldado americano na guerra do Vietnã. É preciso entender uma coisa: R10 até faz magia com a bola, milagre não.
A questão não é apenas essa imperiosa derrota ante um Corinthians extremamente veloz e determinado a ser campeão. Não. É a forma como o time comandado pelo outrora lúcido “General” Luxemburgo vem perdendo preciosos pontos e se distanciando cada vez mais do pelotão da frente. Pra fazer um gol é como escalar a parte mais inóspita do Himalaia. Pra tomar, é como se o adversário passeasse na Disney recepcionado pelo Pateta e o Pato Donald.
Estranhamente o Flamengo tem perdido seus jogos atuando (pasmem!) como time pequeno. O rubro-negro tem jogado de forma lenta, preguiçosa, apática, manca (somente pelo lado esquerdo) e por isso mesmo totalmente previsível. Mais do que as derrotas, é exatamente esse o fator irritante. Jogar sem comprometimento, sem a tradicional e infalível raça que vem fazendo a diferença a favor do clube em todas as modalidades disputadas desde 1895.
Afinal, já vimos o Mengo vencer batalhas fenomenais jogando com o que alguns chamam de “time feio”, formado por jogadores medianos, entrando em campo praticamente apenas com o “Manto”. Mais ainda assim, jogando como reza a consagrada cartilha flamenga: pra frente, sem medo do adversário, mostrando que daquele lado do campo tem um gigante, ainda que em alguns raros momentos da sua história, representado por atletas nanicos.
Foi assim, por exemplo, que conquistamos a Mercosul de 99 contra um super Palmeiras, em pleno estádio do Palestra Itália, anotando uma escalação titular com alguns mulambos pouco íntimos da pelota, a exemplos de Lê, Leonardo Inácio, Marcelo Rosa e Maurinho. Estes, porém, transformados em guerreiros e heróis por cumprirem uma missão simples, sempre exigida pela massa vermelha e preta: suar sangue com o coração no bico da chuteira.
O que está acontecendo com a visão do “General-Profexor” Luxemburgo? Por que tamanha cegueira em contrariar a lógica mantendo no time os seus queridinhos-perebas? Pelo amor de Deus, Luxa! Nem é bom citar os ditos. Até porque aqui não é nenhuma cornetada, só uma alertada. Lembra-te que teu cargo é o mais cobiçado do futebol brasileiro e a continuar uma derrota após outra o fervilhante caldeirão gaveano pode derreter rapidinho essa tua vaidade e teimosia.
Todos nós ficamos a imaginar o quão o talentoso Vander ¬ que começou a temporada arrebentando ¬ foi duplamente punido. Primeiro pela lamentável fratura na perna e depois por sequer ser relacionado para o banco mesmo provido de totais condições de jogo. Enquanto isso a gente tem de agüentar o botinudo... ôps, o Botinelli.
Enquanto isso, os de pouca fé desistiram do Hepta. Enquanto isso, o “General-Profexor” agora fala apenas em “Projeto Libertadores”. Enquanto isso, cada bola alçada na área do Flamengo tem o mesmo efeito de um pênalti, com praticamente 99% de chances de gol. Enquanto isso, pra ver se as coisas melhoram ao menos um tiquinho a gente espera que Léo Moura, Willians e Thiago Neves ainda consigam fazer suas reestreias neste Brasileirão.
Enquanto isso, a Nação tem é de apoiar, não há outra saída. Criticar sim, mas lotar o estádio, gritar “queremos raça” logo na entrada do time (pros caras já ficarem espertos), cantar durante todo o jogo e só vaiar se o resultado ao apito final for o de mais uma presepada. Assim é que se cobra, porque esse lance de invadir CT é coisa de maloqueiro desocupado que não sabe nada de futebol.
E ninguém quer pagar os mesmos micos dos aloprados de Itaquera, não é mesmo? No mais, sim, apesar da momentânea cegueira, Luxa ainda é o melhor técnico para comandar o Mais Querido do Mundo. Tem lombo calejado e é rubro-negro. Quem mais poderia entrar em seu lugar neste momento? Não, nem adianta falar nomes, não existe e fim de papo.
O que o Flamengo deveria fazer daqui pra frente era adotar o método-sapatinho-humildemente- inteligente traçado pelo mestre Tromba em 2009, que afastou do Mengão todos os carcarás agourentos da imprensa “não-especializada” e os “arcoiristas sem gozo com os próprios times”, nos fazendo galopar triunfantes rumo ao Hexa. Com o sábio e sangue bom Andrade o negócio foi assim: no primeiro passo livra-se do fantasma do rebaixamento chegando aos 46 pontos. Em seguida, vai subindo como quem não quer nada, tipo “só-queremos-uma-sulameriquém” .
De repente, mais repente que o repente, quando estivermos bufando (com a boca, entenda-se, por favor! Igual aos velozes alazões e não como fez o até hoje incógnito mulambo lá no Ninho dia desses) no cangote dos pangarés paraguaios, então a gente desconversa e diz: “que nada, estamos a fim só de uma libertazinha mesmo, podem relaxar”.
E pronto, a partir daí entra em cena o mais poderoso triunvirato do esporte mundial: a mística do Manto, a força cósmica da Magnética e o Dr. Imponderável de Souza Rubro da Silva Negro anunciando o famoso e inapelável: “Deixou Chegar F...”.
Luiz Hélio é Flamengo, poeta e jornalista.
Embaixada FLA-Juazeiro/BA.
quinta-feira, 28 de julho de 2011
PARABÉNS PRA VOCE QUE É FLAMENGO...
- Deivid, Vai Ser De Quanto Esse Jogo, Meu Brother?
Vou começar parafraseando, com todo o respeito, o grande rubro-negro Dr. Roberto. Porque depois do jogo de ontem não dá pra guardar nada em casa. Meninas, anotem isso: – Se um dia eu vier a faltar, podem ter certeza que foi por causa do Flamengo.
Né sacanagem, não. Mas haja coração pra aguentar o Flamengo. O cara que escolhe essa vida de fechar com o certo precisa ter nervos de aço, coração de leão, estomago de avestruz e cabeça de dinossauro.
Adilson Barros e Julyana Travaglia, que assinaram a belíssima reportagem sobre o jogo no Globoesporte.com, melhor dizendo, sobre o King Kong Muito Boladão de Emoções que rolou nesta quarta-feira à noite, na Vila Belmiro, pela 12ª rodada do Brasileirão, disseram que era difícil achar um adjetivo para qualificar o que Santos e Flamengo fizeram.
Porra, se os caras que estão lá na beira do gramado, de crachá e verba pro lanche, respirando a atmosfera pura da partida acharam difícil definir, imagina o mulambo aqui cheio de cerveja na ideia assistindo ao jogo com a TV sem som à mais de 400 quilômetros da parada. Foi muita pressão, amigos. Vou falar na sinceridade pra vocês, depois do 5×4 no fim do segundo tempo eu percebi que tava solto na buraqueira, na garupa do Bozo mesmo. Aí já era tarde demais pra escrever alguma coisa que prestasse. Mas vamo sempre na humildade, me ajuda aí galera.
Esquecendo um pouco a ordem cronológica das paradas vamos começar dando moral pra Ronaldinho Gaúcho. PQP, o maluco jogou muito. Jogou tanto que criou um problema na programação da Globo. Vocês estão ligados que o Ibope é um vício pior que Facebook. O cara meteu 3 gols, fez chover, mandou soltar e mandou prender na melhor partida transmitida pela emissora no ano inteiro. Xiii, Marquinhos, e agora?
Não dá pra esperar até domingo pra Ronaldinho pedir uma música no Fantástico. E aí, como faz? Revogam a aposentadoria do Cid Moreira na Flórida pro cabeça branca fazer uma aparição extraordinária no meio do Jornal Nacional de amanhã pro Gaúcho pedir uma do Exalta? Ou dá um break no meio da novela da Bruna Surfistinha pra geral ouvir Marrom Bombom com Os Morenos? Alguém precisa ver isso rápido.
Ficou uma lição pra cornetolândia: foda-se que Ronaldinho não quis se atrasar pra festcheenha de sábado e preferiu não jogar com os cearistas. Ronaldinho, e Thiago Neves também, se guardaram pros grandes momentos, pros jogos que realmente importam. Foi pra isso que eles vieram pro Flamengo.
O começo do jogo foi teatro dos vampiros, só desgraça desde antes que o ponteiro chegasse nos 5 minutos. Passou na cabeça de todo mundo aquela preocupação: essa invencibilidade não vale de porra nenhuma, os caras tão botando a gente na roda. E antes mesmo que esse raciocínio simplório percorresse nossas sinapses já tava 2 x 0 com o puto do Neymar dando um passe deitado na frente do Wellinton pro Borges fazer gol.
Esquisito, né?
E aí, pra completar a tragédia me deixam o maluco livre mais uma vez pra esculachar o Angelim com um drible de PlayStation. Na moral, amo, respeito e dou moral pro Angelim, mas a posição que ele ocupa devia ser que nem a de ministro do STJ, depois de uma certa idade a aposentadoria tem que ser compulsória. Ultimamente o Angelim está sempre duas doses atrás da humanidade. Pede pra sair.
Mas foi depois do terceiro gol da sereias que rolou a faísca que incendiou a partida. Até então era um jogo onde um time acertava tudo que tentava e o outro errava tudo. Tava 3 x 0 pros caras, mas nós já tínhamos tido 4 chances cristalinas. Mas quem ia acreditar nesse mimimi se o jogo acabasse naquele momento?
Mas tal faísca provocou a ignição divina e o Mengão, sempre no perrengue máximo, foi buscar. Incrível, fantástico, extraordinário. Depois da previsível bizarrice do Elano no penal, com direito a esculachamento master em forma de embaixadinhas “recurso técnico”do sinistro Felipe, o Mengão chegou no 3 x 3 com um gol de quina de coco do Deivid. Unbelievable! Mas o até hoje o Flamengo não sabe o que é descer pro vestiário perdendo nesse Brasileirão. Nossa invencibilidade é mais pura, nosso cabaço é de adamantium.
O segundo tempo não vou nem explanar. Porque não precisa. Foi sacanagem o que o Flamengo fez com as sereias espevitadas da Vila. Acabamos com a marra delas categoricamente. Mesmo com saída do espetacular moleque Luís Antônio, O Tranquilão, o Mengão Raspador de Moicano não perdeu a pegada e continuou a espremer o peixe na sua própria frigideira. Léo Moura, depois de muito tempo, resolveu visitar a famosa linha de fundo e o Flamengo começou a mostrar porque é Flamengo.
O 4 x 4 já foi consignado com requinte de crueldade na cobrança de falta canalha de Ronaldinho. Nessa altura do baba quem fecha com o certo e até quem fecha com o errado já pressentia que essa história de tabu é pros fracos e que o Mengão ia zoar com o peixe na casa deles outra vez. O Santos era um time de uma jogada só, bicuda na direção do Neymar pra ver se ele arrumava alguma encrenca. E injustificadamente blindado pelo juiz banana o moleque fanfarrão deu porrada, se jogou e chorou o jogo inteiro. Mas só recebeu seu merecido amarelo aos 47 do segundo tempo.
Mas nessa hora o Flamengão Fuderosão Mega Calador de Bocas já tinha feito barba, cabelo e bigode. Ronaldinho deixou mais um ovo no balaio do Santos, era o artilheiro do Brasileiro, jogando no time com o melhor ataque da competição. 5 x 4 no placar e silêncio sepulcral na arcoirislândia. Era a deixa pra começar o carnaval de junho na Nação Rubro-Negra onde o Sol nunca se põe. Agora vagabundo vai ter que aturar.
Entendam, seus pelasacos. O Santos é coletivo. Mas São Judas Tadeu é particular.
Como é bom ser Flamengo. Só quem é que sabe.
FONTE: Arthur Muhlenberg - Blog do Flamengo da Globo.com
quarta-feira, 27 de julho de 2011
terça-feira, 26 de julho de 2011
Fla pode estampar marca da Unicef em sua camisa.
Flamengo ainda não fechou com nenhum patrocinador master para estampar a camisa do time de futebol. Com muitas empresas oferecendo valores abaixo do esperado pela diretoria e pela Traffic, o clube pode adotar a marca da Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância) em vez de deixar a camisa lisa até o fim do ano.
O acordo ainda não foi aprovado, mas se não for acertado nenhum patrocinador, a Unicef deve aparecer na camisa no mês de outubro. O Barcelona, da Espanha, chegou a estampar a marca na camisa até a temporada passada. Porém, ao contrário do Flamengo, que divulgaria a marca de graça, o Barça pagava para ter o logotipo em seu uniforme.
Neste domingo, o Flamengo divulgou uma nota oficial, confirmando que está iniciando conversações com a Unicef, no sentido de construir um projeto social de âmbito nacional e internacional, visando garantir a valorização dos direitos da criança e do adolescente, uma bandeira do Unicef.
Fonte: Lancenet
segunda-feira, 20 de junho de 2011
RESPOSTA DE UM GRANDE POETA RUBRO-NEGRO A UM JORNALISTA TORCEDOR DO SPORT RECIFE...
RESPOSTA À REPORTAGEM: " Essa vai para os alienados "cariocas" juazeirens es que teimam a se apegar a uma ilusão criada pela Rede Globo. "
" Não me contive. Tive de responder a um colega jornalista petrolinense a provocação a mim direcionada. As vezes penso em ignorar por completo, mas é que esse lance de mexer com o meu Mengo me dá uma sucessão de sobressaltos e não tenho como ficar calado. Segue abaixo minha resposta na íntegra... "
Luiz Hélio.
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Nunca, JAMAIS disse que era ou me senti carioca. Não preciso disso para amar o Flamengo, o clube do povo, o mais nacional time do futebol brasileiro. Sentimento de paixão e de amor é algo que independe de fronteiras e nem pode ser imposto por imbecis regionalismos separatistas, imbuídos de um nítido complexo de vira-latas.
Tenho pena é dessa gente cheia de ranço, de rancor e de frustração e ainda por cima DESINFORMADA. Rede Globo???? Vai estudar melhor a história sócio-cultural e midiática brasileira, ó "analfa" funcional! Um pouquinho só de leitura sobre a influência da imprensa brasileira desde as primeiras décadas do século passado o fará rever esse
tosco e superficial pensamento de que tudo nasceu a partir da Rede Globo.
O apebeuta jornalista já ouviu falar na Rádio Nacional, que retransmitia para os mais recônditos rincões as novelas, as vozes de ouro dos grandes cantores e das divas e, naturalmente, também as emoções do campeonato de futebol da então capital da federação desde os anos de 1930? Enquanto a imprensa das capitais do resto do país só se preocupavam com o público das respectivas capitais, como por exemplo, Salvador e o "Ricife" (vice?).
E por que o Flamengo quando também tinhamos outros três tradicionais times? Fenômenos não se explicam, eles apenas surgem e pronto. Ainda mais quando o mesmo vai gerando ídolos aos montes, craques da estirpe de um Leônidas, Domingos da Guia, Zizinho, Dida, Zico, Adílio, Júnior e tantos outros. O sóciologo Roberto Damatta bem definiu: "O futebol é um fenômeno social inexplicável. E o Flamengo, com a sua imensa torcida que se assemelha a uma nação é o clube brasileiro que melhor define tal fenômeno".
Nesse caso, o máximo que a midia pode fazer (no caso da Rede Globo) é, por motivos óbvios (fascínio exercido no público que gera gigantesca audiência) mitificar tal fenômeno. Tão somente isso.
Se tivesse que torcer pelos times locais (por absurda motivação regionalista) eu então torceria pelo Juazeiro Social Clube, pois não tenho (nem nunca tive) motivação alguma que me levasse a torcer pelos times de Salvador, Bahia e Vitoria. Assim como o caro teria de torcer pelo Petrolina e não pelo Ispó. Ou só porque estudou no "Ricife" agora renega as suas origens ribeirinhas e sertanejas??? E não me venha com essa enfadonha e rícula, induzida por uma clara baixo-estima, ideia de que: "ah porque o povo do sul/sudeste nos discriminam". Faz-me rir... o preconceito que um carioca, paulista ou gaúcho tem pelo nordestino é o mesmo que o babaca de Salvador tem pelas "roças do interior" e o recifence otário tem pelo povo do sertão pernambucano. Qual a diferença? Gente imbecil tem em todo lugar.
Pra finalizar, preciso deixá-lo informado de que a nota (COM RESSALVA) da CBF foi clara, apenas para cumprir a ordem judicial, não por vontade da mesma. A guerra agora que começou. Antes de comemorar mais uma vez o "título de tribunal" conseguido na marra na Justiça Comum, rasgando e ignorando por completo a ética esportiva, saiba que o poderoso Clube de Regatas do Flamengo, com a anuência da CBF, recorrerá à entida máxima do futebol mundial, a FIFA. Seu insignificante timeco de segunda agora é que vai sentir o verdadeiro peso do Gigante. Espero que troquem de lugar com o Santa Cruz (o verdadeiro e único time grande de Pernambuco) nos confins da quarta divisão e de lá passem direto para o limbo do esquecimento. A bola pune e os deuses do futebol não perdoam.
Aguarde...
SRN do ORIGINAL e Hexa Brasileiro (além de campeão do Mundo e de tantas outras glórias).
"TRANSITADO EM JULGADO É O APELIDO DO MEU OVO".
Skype: heliopoeta
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