FLAMENGO x SÃO PAULO
DIA 09 DE MAIO DE 2010
NO MARACANÃ
Ida: 07 de Maio
Volta: 10 de Maio
- Inclusos no Pacote:
AÉREO GOL IDA E VOLTA, 3 NOITES DE HOSPEDAGEM COM CAFÉ DA MANHÃ NO HOTEL ARCOS RIO PALACE HOTEL, TRASLADO AEROPORTO/HOTEL/AEROPORTO E SUPORTE CVC VIAGENS.
- Valores do Pacote:
APARTAMENTO PARA 1 PESSOA: R$ 978,00 POR PESSOA.
APARTAMENTO PARA 2 PESSOAS: R$ 788,00 POR PESSOA.
APARTAMENTO PARA 3 PESSOAS: R$ 748,00 POR PESSOA.
Crianças de 02 a 09 anos: R$ 678,00.
* Mais taxas de embarque: R$ 35,04
- Formas de Pagamento:
EM ATÉ 10x SEM JUROS E SEM ENTRADA NO CHEQUE, CARTÃO DE CRÉDITO, DÉBITO EM CONTA OU BOLETO BANCÁRIO.
** VALORES SUJEITOS A ALTERAÇÕES E DIFERENÇAS DE TARIFAS.
Informações:
Luiz Garcia Jr.
Cel: 66 8403 3366 / 65 3653 0889.
E-mail: torcadeperto@gmail.com
terça-feira, 13 de abril de 2010
sábado, 10 de abril de 2010
3º UNIFORME DO MENGÃO...
Vazou na internet o novo terceiro uniforme do Flamengo. O amarelo e o azul foram as primeiras cores usadas pelo remo do clube. Os tons chegaram a ornamentar uma camisa lançada em 1995, ano do centenário rubro-negro. Na ocasião, no entanto, o modelo não foi aprovado pelo Conselho Deliberativo rubro-negro. Desta forma, a camisa não foi utilizada em partidas oficiais. O novo terceiro uniforme foi aprovado em dezembro do ano passado
segunda-feira, 5 de abril de 2010
Zico...
Texto "A Última Noite", de Armando Nogueira
Abaixo o texto publicado no Jornal do Brasil no dia 6 de fevereiro de 1990, quando Zico fez seu jogo de despedida no Maracanã. A crônica emocionou o Galinho.
ARMANDO NOGUEIRA
Maracanã, enfeita de bandeiras tuas arquibancadas que hoje é dia de festa no futebol. Encomenda um céu repleto de estrelas. Convida a lua (de preferência, a lua cheia). Veste roupa de domingo nos teus gandulas. Põe pilha nova no radinho do Geraldino. E, por favor, não esquece de regar a grama (de preferência, com água-de-cheiro).
Avisa à multidão que ninguém pode faltar. É despedida do Zico e estou sabendo, de fonte limpa, que, hoje à noite, ele vai repartir conosco a bela coleção de gols que fez nos seus vinte anos de Maracanã. Eu até já escolhi o meu: quero aquela obra-prima, o segundo gol do Brasil contra o Paraguai nas Eliminatórias do Mundial de 1986. Lembro-me como se fosse hoje. Zico recebe de Leandro um passe de meia distância já na linha média dos paraguaios. Um efeito imprevisto retarda a bola uma fração de segundo. Zico vai passar batido - pensei. Pois sim. Sem a mais leve hesitação, sem sequer baixar os olhos, ele cata a bola lá atrás com o peito do pé, dá dois passos e, na mesma cadência, acerta o canto esquerdo do goleiro paraguaio.
Passei uma semana vendo e revendo no teipe aquele instante mágico de um corpo em harmonioso movimento com o tempo e com o espaço. E a bola, coladinha no pé, parecia amarrada no cadarço da chuteira. Um gol de enciclopédia. Se o amável leitor aceita uma sugestão, dou-lhe esta: escolha um dos gols que Zico fez graças à sua arte singular de chutar bola parada.
Chutar a bola de falta à entrada da área é um talento que Deus lhe deu mas não de mão beijada, como imaginam os desavisados. Zico trabalhou seriamente, anos e anos, para alcançar a perfeição dos efeitos sublimes. À tardinha, quando terminava o treino, ele costumava ficar sozinho no campo do Flamengo - ele, uma barreira artificial, uma bola e uma camisa caprichosamente pendurada no canto superior das traves. A camisa era o alvo.
Zico passava horas sem fim, chutando rente à barreira e derrubando a camisa lá de cima das traves. Chegava o domingo, na cobrança da falta, a bola já estava cansada de saber onde ela tinha que entrar. Não tenho dúvida em dizer que tardará muito até que apareça alguém que domine como Zico o dom de cobrar falta ali da meia-lua.
Celebremos, querido torcedor, a última noite do maior artilheiro da história do Maracanã. Será uma despedida de apertar o coração. Se te der vontade de chorar, chora. Chora sem procurar esconder a pureza da tua emoção. Basta uma lágrima de amor para imortalizar o futebol de um supercraque.
Cantemos, Maracanã, teu filho ilustre, relembrando em comunhão os dribles mais vistosos, os passes mais ditosos, os gols mais luminosos desse fidalgo dos estádios que tem uma vida cheia de multidões.
Louvemos o poeta Zico que jogava futebol como se a bola fosse uma rosa entreaberta a seus pés.
No dia 25/03/10, o primeiro netinho de Zico, Felipe, completou dois anos de vida. Os pais Bruno e Danúbia fizeram festa para o pequeno flamenguista, que, se depender da foto abaixo, pode seguir os passos de Léo Moura, lateral-direito do Rubro-Negro. Enquanto o jovem Léo foi flagrado após entrar em campo ao lado de Zico, Felipe retribuiu no ano passado subindo ao gramado do Maracanã no colo do lateral.
Abaixo o texto publicado no Jornal do Brasil no dia 6 de fevereiro de 1990, quando Zico fez seu jogo de despedida no Maracanã. A crônica emocionou o Galinho.
ARMANDO NOGUEIRA
Maracanã, enfeita de bandeiras tuas arquibancadas que hoje é dia de festa no futebol. Encomenda um céu repleto de estrelas. Convida a lua (de preferência, a lua cheia). Veste roupa de domingo nos teus gandulas. Põe pilha nova no radinho do Geraldino. E, por favor, não esquece de regar a grama (de preferência, com água-de-cheiro).
Avisa à multidão que ninguém pode faltar. É despedida do Zico e estou sabendo, de fonte limpa, que, hoje à noite, ele vai repartir conosco a bela coleção de gols que fez nos seus vinte anos de Maracanã. Eu até já escolhi o meu: quero aquela obra-prima, o segundo gol do Brasil contra o Paraguai nas Eliminatórias do Mundial de 1986. Lembro-me como se fosse hoje. Zico recebe de Leandro um passe de meia distância já na linha média dos paraguaios. Um efeito imprevisto retarda a bola uma fração de segundo. Zico vai passar batido - pensei. Pois sim. Sem a mais leve hesitação, sem sequer baixar os olhos, ele cata a bola lá atrás com o peito do pé, dá dois passos e, na mesma cadência, acerta o canto esquerdo do goleiro paraguaio.
Passei uma semana vendo e revendo no teipe aquele instante mágico de um corpo em harmonioso movimento com o tempo e com o espaço. E a bola, coladinha no pé, parecia amarrada no cadarço da chuteira. Um gol de enciclopédia. Se o amável leitor aceita uma sugestão, dou-lhe esta: escolha um dos gols que Zico fez graças à sua arte singular de chutar bola parada.
Chutar a bola de falta à entrada da área é um talento que Deus lhe deu mas não de mão beijada, como imaginam os desavisados. Zico trabalhou seriamente, anos e anos, para alcançar a perfeição dos efeitos sublimes. À tardinha, quando terminava o treino, ele costumava ficar sozinho no campo do Flamengo - ele, uma barreira artificial, uma bola e uma camisa caprichosamente pendurada no canto superior das traves. A camisa era o alvo.
Zico passava horas sem fim, chutando rente à barreira e derrubando a camisa lá de cima das traves. Chegava o domingo, na cobrança da falta, a bola já estava cansada de saber onde ela tinha que entrar. Não tenho dúvida em dizer que tardará muito até que apareça alguém que domine como Zico o dom de cobrar falta ali da meia-lua.
Celebremos, querido torcedor, a última noite do maior artilheiro da história do Maracanã. Será uma despedida de apertar o coração. Se te der vontade de chorar, chora. Chora sem procurar esconder a pureza da tua emoção. Basta uma lágrima de amor para imortalizar o futebol de um supercraque.
Cantemos, Maracanã, teu filho ilustre, relembrando em comunhão os dribles mais vistosos, os passes mais ditosos, os gols mais luminosos desse fidalgo dos estádios que tem uma vida cheia de multidões.
Louvemos o poeta Zico que jogava futebol como se a bola fosse uma rosa entreaberta a seus pés.
No dia 25/03/10, o primeiro netinho de Zico, Felipe, completou dois anos de vida. Os pais Bruno e Danúbia fizeram festa para o pequeno flamenguista, que, se depender da foto abaixo, pode seguir os passos de Léo Moura, lateral-direito do Rubro-Negro. Enquanto o jovem Léo foi flagrado após entrar em campo ao lado de Zico, Felipe retribuiu no ano passado subindo ao gramado do Maracanã no colo do lateral.
domingo, 4 de abril de 2010
quarta-feira, 31 de março de 2010
domingo, 21 de março de 2010
ADRIANO E O IMPÉRIO DO MEYER
de Henrique Meyer
Urublog,
olhando a foto pequena do Adriano, achei umas imagens de 20 anos atrás, na escolinha do flamengo.
Aí vai uma pequena história do que aconteceu na única derrota do Adriano para Argentina.
Eu obviamente segui o rumo fora dos gramados enquanto que o Imperador segue destruindo no fuderosão!!
abs,
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Há 20 anos atrás, todas as turmas de todas as idades da escolinha de futsal
do Flamengo se encontraram para o Campeonato Anual.
Cada um em sua categoria de idade, os times foram sorteados e ganharam a
denominação de uma seleção.
Dezenas de países estavam ali representados.
E naquele ano, o então jovem atacante Henrique Meyer fora sorteado para
jogar pela Argentina.
No meio do caminho, já na fase mata-mata, o mirrado craque Adriano Leite
Ribeiro liderou sua seleção no confronto contra a Argentina.
O resultado do jogo já não se tem lembranças exatas, porém a premiação
final do campeonato descreve:
CAMPEÃO PRÉ-MIRIM: Argentina (invicto)
ARTILHEIRO: Henrique Meyer
E o jovem Adriano? Bom, o jovem Adriano aprendeu que a derrota faz parte da
vida e voltou pra casa com mais garra pra seguir seu vitorioso caminho.
O resto da história desses dois jovens atacantes vocês já conhecem…
Porém durante um único jogo, em que Império do Meyer deu seu show em lados
opostos nos campos da Gávea, registros foram feitos para marcar a história.
Henrique Meyer
Adriano, a única coisa que você tem que fazer agora é gol. Nem se preocupe em jogar bem, não é necessário, camarada. Jogue o seu jogo. Meta a criança lá dentro quantas vezes puder e ta tudo resolvido. Aproveite essa chance de hoje no Vazião e emburaca o Foguinho. Faz logo uns 3, escolhe a musica pros gols do Fanta e ri da cara de todo mundo. Pode ter certeza que a torcida do Flamengo em peso vai rir com você.
Temos confiança total no seu futebol, no seu caráter e, principalmente, no seu rubro-negrismo. Mostre pra todo mundo o que você e o Flamengo são capazes.
FONTE: Urublog do Arthur Muhlemberg.
terça-feira, 9 de março de 2010
DIA INTERNACIONAL DA MULHER...
A Torcida Fla-Floresta parabeniza todas as mulheres (principalmente as Flamenguistas) por existirem e nos fazerem ser o que somos... Rubro-Negros de coração... pois se não fossem por voces mulheres maravilhosas, nós não existiríamos...
Obrigado a todas voces... a Nação agradece!!!
Obrigado a todas voces... a Nação agradece!!!
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
É O PET... É O PET... É O PET...
O PET MERECE TODA NOSSA GRATIDÃO!!!
ELE FAZ PARTE DAS ALEGRIAS QUE TODOS NÓS RUBRO-NEGROS TIVEMOS NESTA DÉCADA E SERIA HIPOCRISIA UM DIA DIZERMOS QUE ELE NÃO FOI INDISPENSÁVEL PARA O FLAMENGO.
ENTÃO SÓ NOS RESTA DIZER: A NAÇÃO RUBRO-NEGRA TE AMA PET!!!
sábado, 20 de fevereiro de 2010
" É aquela massa uniforme pulando do outro lado. 23 minutos, 1x3, e eles não paravam de pular; ninguém saía do seu aperto; ninguém ia embora. Eles nunca vão embora. Eles nunca arredam o pé. Eles não se sentam, não param de gritar. Eles não sossegam. Me perseguem, me sufocam, me habitam os pesadelos e me causam pânico. Quando eu olho para o outro lado é isso que eu sinto. Eles acreditam mais do que os outros. Mais do que eu e todos os outros juntos. Disso, meus caros, eu tenho que reconhecer, chega dá medo. Eles jogam com 12. E jogar com 12 deveria ser proibido." Por Claudio Lampert - Torcedor apaixonado do Fluminense se referindo a torcida do Flamengo.
Foto tirada no jogo Flamengo x Santos, em 11/11/2007, com o público de 87.716 presentes!!!
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
NOVAS CAMISAS DO MENGÃO...
O Flamengo apresentou seu novo uniforme nesta sexta-feira, em evento realizado na Gávea. A loja da Olympikus foi toda decorada para a apresentação da camisa que já será vista em campo contra o Universidade Católica, na próxima quarta-feira, no Maracanã, na estreia rubro-negro na Taça Libertadores 2010.
O volante Kleberson, o zagueiro David e os goleiros Bruno, Marcelo Lomba e Paulo Victor foram os modelos escolhidos para divulgarem os novos modelos. Todos têm o escudo da CBF com a expressão "hexacampeão brasileiro" no peito, por conta da conquista do Brasileirão em 2009, e os logotipos dos novos patrocinadores, Batavo e BMG.
No uniforme número um, o rubro-negro, as listras foram mantidas do mesmo tamanho do anterior, e o seu escudo é bordado. O número dois passa ter a faixa horizontal no peito, sendo metade vermelha e metade preta. No evento, foram apresentados também quatro tipos de uniformes de goleiro: cinza e preto, azul e amarelo, branco e rubro-negro. O patrocínio frontal na camisa branca e na dos goleiros ficou mais discreto.

A camisa principal já está à venda na Fla Concept. A partir da próxima semana, as outras camisas (número dois, de goleiros e de treinos) também serão vendidas. Um terceiro uniforme, azul e amarelo, só será lançado no meio do ano.
- Essa parceria é indispensável para o Flamengo. Ano passado, Internacional, São Paulo e Cruzeiro juntos não venderam o número de camisas que o Flamengo vendeu em seis meses. E olha que era ano do centenário do Inter – disse Patrícia Amorim, presidente do Flamengo.
- Ano passado, em cinco meses e meio tínhamos o objetivo de vender um milhão de todos tipos de peças. Passamos mais de 20% esse número. Nenhum clube na história do futebol brasileiro conseguiu esse número – disse Túlio Fornícola Filho, diretor executivo da Olympikus.

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